sexta-feira, 30 de março de 2012

BOOTLEGS DE ROCK


Se você é fã declarado de rock e de gravações raras que não foram lançadas oficialmente, as chamadas bootlegs, faça a festa com o blog Viva Les Bootlegs

O VLB disponibiliza os CD's em formato FLAC e MP3 e fornece informações como: nome da banda e das faixas; qualidade do som; local e dia da gravação, além das fotos das capas.

E o melhor disso tudo é que não se paga nada por isso! O blog é em inglês... mas nada que um bom tradutor não resolva. Bem, como diz uma série de desenhos animados: "- Por hoje é só, pessoal". Não se esqueça de deixar o velho e conhecido comentário e até a próxima.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

FAÇA SEUS PRÓPRIOS RINGTONES


Do pancadão ao gospel... neste exato momento, uma infinidade de toques musicais, os também chamados ringtones, estão sendo reproduzidos nos celulares de milhões de brasileiros. Pois é, trabalhadores sonolentos dos ônibus desse País, perdemos a guerra! Não se pode vencer todas, não é mesmo?

Bom, vamos começar o post, então. De verdade, agora. A dica de hoje é um site, no qual o usuário pode criar ringtones de forma gratuita, fácil e rápida. Basta entrar em um computador que tenha as músicas que serão baixadas para o celular e acessar o site Make Your Own Ringtones Online. Depois, é só seguir os passos abaixo e "ir para o abraço"! Divirtam-se! Até o próximo post.

  • Clique em “browse a file” e escolha um arquivo no seu HD dos seguintes formatos de áudio: AAC; FLAC; M4A; MP3; OGG; WAV ou WMA. O site fará o upload do arquivo;

  • No gráfico que irá aparecer, posicione os marcadores para definir a extensão do ringtone, ou seja, em que parte da música você quer que comece (start time) e termine (end time) o toque;

  • Abaixo do gráfico, escolha o formato de saída (file format), a qualidade do som (bitrate) e para onde você quer baixar o ringtone (download), para o computador, celular ou e-mail;

  • Finalmente, clique em “fazer ringtone” (make ringtone) e, na outra tela que aparecer, em “download ringtone”. Pronto, agora, é só acessar a pasta que você salvou o arquivo de áudio e baixar para o seu celular.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

DESPROTETOR DE LINK


O post de hoje é dedicado a quem gosta de baixar CD's na net (acredito que a maioria de vocês que acessam aqui). Há um costume na grande rede de se baixar álbuns, principalmente discografias, via sites de torrent. No entanto, nesses tipos de página, muitas vezes, não são encontrados CD's nacionais. A saída passa a ser, então, os blogs de música. 

Acontece que muitos desses blogs possuem os benditos (para não dizer outra coisa) protetores de link e, para que o usuário faça o download dos CD's, pedem em troca a coitada da caixa de entrada do celular dele e infestam-na com spam.

Pois é, meu amigo... o que fazer agora? Calma, seus problemas acabaram! Para essas e outras coisas, existe o desprotetor.com. O desprotetor.com é um site gratuito, o qual burla links protegidos e fornece ao usuário o link direto para o download. Gostou da dica? Dê uma comentada. Bom, por hoje é só. Até a próxima postagem!

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

KAISER CHIEFS - CLIPE "RUBY"


Olá a todos! Hoje, irei falar de clipe. Trata-se de "Ruby", do Kaiser Chiefs. A música pertence ao segundo CD de estúdio, Yours Truly, Angry Mob, de 2007. Entrei em contato com a produtora sueca, StyleWar, responsável pelo clipe, para saber detalhes e, como ainda não obtive retorno, deixarei aqui minhas impressões a respeito.

No começo do clipe, a banda está no meio de um deserto. À medida que o vídeo transcorre, o deserto vai se transformando em uma metrópole. É interessante notar que o Kaiser Chiefs não sai do lugar e, ao fim do clipe, praticamente não se consegue vê-lo. A letra cita essa parte: 

"Pode ser, pode ser, 
Que você esteja brincando comigo,
E você não vê realmente,
Eu e você..."

"Ruby" resume bem a idéia desse CD: as consequências do crescimento desenfreado das cidades para o ser humano. Cito algumas delas: sensação de falta de ar; sentimentos confusos; caos; necessidade do uso de drogas por parte de muitas pessoas como tentativa de fuga para os problemas; dificuldade em parar para raciocinar a respeito das mudanças; a consequente manipulação sofrida, em razão do despreparo intelectual; a troca frenética de informações (mesmo que ninguém se entenda ou diga algo inteligente); dentre outras.

Esses temas, ainda que falados de forma irônica e, às vezes, até radical, estão presentes em quase todas as canções do álbum "Yours Truly, Angry Mob". É o caso de "Everything Is Average Nowadays" (Tudo É Pouco Hoje Em Dia):

"E tudo está afundando na panela
E todo mundo está seguindo a moda
E tudo é pouco (...)"

" (...) Porque todo mundo está vacilando
E todo mundo sempre ficará o mesmo
Porque tudo é pouco (...)"


A banda inglesa de indie rock e/ou britpop, como queiram, surgiu em 1996, com o nome de "Runston Parva", homenagem a um pequeno vilarejo do condado de Yorkshire, na Inglaterra. Bom, não é necessário ser um produtor para saber que esse nome não é muito comercial, hehehe... Ciente disso, o grupo abreviou o nome para "Parva" e, finalmente, em 2003, trocou para "Kaiser Chiefs", inspirado no clube de futebol sul-africano, Kaizer Chiefs. O primeiro CD, Employment, foi lançado em 2005. Atualmente, a banda está no quarto disco de estúdio, The Future Is Medieval, o qual vazou em junho desse ano nos sites de torrent. Obrigado pelas visitas e até o próximo post!

Fonte: Wikipedia, the free encyclopedia e Vagalume

quinta-feira, 5 de maio de 2011

JAMIE CULLUM – O JAZZ-POP


Fiz uma busca no Google por “músicas inusitadas” e encontrei um link do Território da Música, de 2005, o qual possuía um minúsculo texto sobre o cantor, compositor e multi-instrumentista inglês Jamie Cullum. Gostei do que li e continuei minha pesquisa.

Descobri que a especialidade do artista, de 31 anos, é o “jazz-pop” ou “crossover jazz”. Desde seu primeiro CD de estúdio, de 2001, “Pointless Nostalgic”, Cullum tem produzido faixas covers de músicas pop em versão jazz, além de canções de sua autoria. A princípio, o trabalho de Jamie era independente, até que a Candid Records resolveu “entrar na jogada”. “Pointless Nostalgic” foi gravado no Clown’s Pocket Studios, por Derek Nash e co-produzido por Geoff Gascoyne.


Em 2003, saiu do forno o “Twentysomething”, segundo CD de Jamie, gravado no London’s Mayfair Studio. A produção dessa vez ficou a cargo de Stewart Levine, o qual trabalhou com artistas como Lionel Richie e Simply Red. Levine optou gravá-lo e mixá-lo praticamente sem nenhuma correção digital. O CD possui clássicos como “Singin’ in the Rain” (trilha sonora do primeiro filme colorido da história do cinema, “Cantando na Chuva”) e “The Wind Cries Mary”, do The Jimi Hendrix Experience, além de outras canções escritas por Cullum e seu irmão Ben, como “All At Sea” e “Twentysomething”. 



De 2003 a 2005, Jamie dedicou-se a um projeto de “dance music” em clubes da Inglaterra juntamente com seu irmão Ben e fez participações especiais em CD’s, como os do rapper americano Pharrell Williams; da Count Basie Orchestra (banda americana de swing jazz); do Beady Belle (grupo norueguês que mistura jazz e música eletrônica) e do Soil Pimp Sessions (banda de jazz japonesa). Em setembro de 2005, seguindo a mesma linha dos CD’s anteriores, Cullum lançou o “Catching Tales”, também produzido por Stewart Levine e gravado no Rak Studios.


Quatro anos depois, em 2009, “The Pursuit” chegou ao mercado. Quarto CD de estúdio do artista... Era hora de tentar inovar mais uma vez! Jamie trocou produtor por produtores: Stewart Levine por Greg Wells e Martin Terefe. Wells trabalhou com artistas como Aerosmith, Celine Dion, Ozzy Osbourne e Elton John. Martin Terefe tem nada mais nada menos que o Coldplay em seu currículo.


O resultado foi um CD bem mais ousado, com nove músicas originais e cinco covers. Destaques para o cover (não nasalado, hehe) de “Don’t Stop The Music”, de Rihanna e para a música “Gran Torino”, a qual foi feita especialmente para o filme de mesmo nome e indicada ao Globo de Ouro por melhor canção original de 2009. Bom... Por hoje, é só. Espero que vocês tenham gostado do post. Até o próximo!

sexta-feira, 11 de março de 2011

SONS RELAXANTES


Quem nunca sentiu vontade de quebrar o PC e o monitor e jogá-los pela janela? Pois é... quase todos nós, meros mortais. É nessas horas que paramos para respirar, ouvir música e relaxar. E é aí que entra o post de hoje.

Pode ser que realmente seu equipamento esteja "bichado" ou na hora de ser trocado. Poxa, mas, ele tem vida útil. E você, "meu velho", da geração twitter "radical" (que twitta até para ir no banheiro), também. Contudo, fique tranquilo... existe um blogueiro disposto a lhe ajudar a aumentar o SEU tempo de vida útil.

Ao invés de escutar as playlists mais do que "empoeiradas" do seu HD, experimente, de vez em quando, os sons relaxantes dos sites abaixo. Tenho certeza que sua vida irá mudar. Até a próxima postagem!

Rainy Mood - 30 minutos de barulhos de chuva e trovões (em alta qualidade)

Relaxing Nature - site mais completo que o "Rainy Mood". Sons de pássaros e floresta, água e ondas, chuva e ruídos noturnos.

Get Relaxed - Músicas New Age ao fundo e imagens de praias, cachoeiras e vida selvagem.

FONTE: Makeuseof

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

SAMBÔ É ROCK-SAMBA!


Antes das férias de fim de ano, ouvi uma sugestão de post de um colega de trabalho. Foi, nessa ocasião, que Elton Leonardo comentou comigo sobre uma banda que transformava rock em samba, chamada “Sambô”. Um tanto embasbacado com o que ouvi de Elton, procurei saber mais acerca do grupo.

Nessa busca, descontente apenas com os dados de sites alternativos (visto que só o site oficial possuía dados mais completos), resolvi entrar em contato pelo e-mail do Sambô, a fim de fornecer mais detalhes para vocês, visitantes. Obtive-os por meio de Ricardo Gama, tecladista e produtor musical da banda, a quem agradeço pela atenção e simpatia para comigo.

O Sambô é uma banda de Ribeirão Preto, município de São Paulo, criada por Sávio Penha e Ricardo Gama, a qual, ao invés de samba-rock, toca rock-samba. Como? Vou explicar. Com o Sambô, clássicos  do rock como “Mercedes Benz”, de Janis Joplin; “Sunday Bloody Sunday”, do U2; “Rock And Roll”, de Led Zeppelin e “I Got You (I Feel Good)", de James Brown, viram samba da melhor qualidade.



Os integrantes começaram a se reunir em 2005 e, desde o princípio, o grupo tem como característica principal ser uma roda de samba de amigos e aproveita as influências advindas do pop, rock e do próprio samba para fazer um som diferente e divertido.

O nome "Sambô" foi idéia de Ricardo Gama, tecladista e produtor da banda (formado em Odontologia). Seu desejo era que tivessem um nome fora do padrão "Alguma Coisa Samba" e, ao pronunciar palavras ligadas ao ritmo, escolheu "Sambô" como nome de batismo.

Ao questioná-lo acerca do uso de guitarra nas músicas, se o objetivo era reforçar o som de rock, o tecladista me disse que Júlio Fejuca, um dos integrantes do grupo, além desse instrumento, toca cavaquinho, banjo e violão de sete cordas e que a maioria  dos rocks que tocam não têm guitarra. Ela é mais introduzida nos sambas tradicionais, ou seja, usando palavras do próprio Gama, o Sambô faz "o contrário do óbvio".



Além de Gama, o qual já tocou e acompanhou vários gêneros e bandas, os outros integrantes são: Sudu Lisi (bateria), com forte influência de rock e samba; Daniel San (percussão), rockeiro e, desde pequeno, envolvido com samba e desfiles em escolas; Júlio Fejuca (guitarra), apaixonado por chôro, jazz e roda de samba; Max Leandro (tan-tan e rebolo); Zé da Paz (pandeiro) e Sávio Penha (cavaquinho) completam esse time amante do ritmo de origem afro-brasileira.

Essa mistura musical já rendeu um DVD gravado ao vivo, o qual resultou em um CD. Por falar em CD, depois do carnaval, o Sambô deve gravar mais um de estúdio. Dêem uma passada nos links  do post e conheçam mais o trabalho do grupo. Até uma próxima! Continuem acessando e comentando aqui.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

AMARO LIMA - MOBORAMA (2009)



Como bom capixaba que sou, já era hora de comentar sobre um artista do Espírito Santo. E nada melhor do que falar a respeito de Amaro Lima (dica da colega de trabalho e blogueira Márcia Rúbia). Na década de 90, junto da banda Mahnimal, Amaro foi responsável por criar o "rockongo" (rock misturado com congo) e popularizar este ritmo pelo mundo.

Alguns anos mais tarde, em 2007, seguiu carreira solo e, por meio de incentivos da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), gravou seu primeiro CD, entitulado "Coletivo". O CD é basicamente acústico e conta com canções de artistas capixabas de renome estadual, nacional e internacional, tais como: Herança Negra e Macucos (pop reggae); Javaroots (reggae roots); Mahnimal (rockongo); Casaca (congo, rock e reggae); Zémaria (eletrônica, rock e club music) e Rastaclone (rock e reggae). As músicas têm como mensagens a vida (com suas lutas e aprendizados), o amor, a alegria interior e a boa relação entre o homem e a natureza.

Em 2009, veio "Moborama", o qual, conforme palavras do próprio Amaro Lima, é "um disco de transição para a consolidação de sua carreira musical". O título de seu trabalho é um anagrama com as palavras "Amaro, bom e mar". No encarte, mais precisamente na capa, há uma espécie de palavras-cruzadas, na qual o músico faz uma homenagem a amigos, personalidades e figuras de seu imaginário. 


Nota-se neste CD a verdadeira essência do artista, sua poesia em forma de música e as influências que marcaram sua história, advindas da MPB, soul music, reggae, música eletrônica, forró e pop rock. Destaque para as letras e melodias das faixas "Céu de Hortelã", "À Toa" e "Dia Clarinho".

Para finalizar, deixo o link do Portal de Música do Espírito Santo, o qual tive a felicidade de achar por meio dessa pesquisa. Fica a dica. Continuem visitando e comentando. Um abraço e até a próxima.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

MUDOU O LINK, POVO!


 
A partir de hoje, o nome do blog passa a se chamar "co(MUSIC)ador!". É um trocadilho bem infame, é verdade. Em vez de comunicador, comusicador, uhahahah! Eeeeita... portanto, colegas, para o bem da nação, o link agora é co(MUSIC)ador!, "belessa"?!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

RÁDIO EMOCIONAL


Olá! O post de hoje é sobre a stereomood, uma espécie de rádio emocional via internet. - O quê, "cuma"?! Traduzindo "em miúdos", por meio dessa, podemos escutar canções de acordo com nossos sentimentos ou atividades. O site é todo em inglês e, para se ter acesso a algumas funções, é necessário um registro (gratuito). A fim de facilitar a vida do usuário, há uma nuvem de tags na página principal, com algumas expressões relativas a ações e emoções.

Além de rádio, a stereomood é uma rede social, na qual o usuário registrado pode salvar playlists, sugerir e importar músicas de outros sites, compartilhá-las e convidar amigos para a rede. Bom, é isso. Comentem e continuem acessando o AM. Até o próximo post!